O Arco e a Flor

 


O Arco e a Flor

Por Comendador Cesar A Salgueiro 


Tudo bem, eu estava dormindo, mas eu vi um índio coberto por uma luz azul. Ele carregava um cocar de penas coloridas que se estendia como uma cauda por toda a extensão da nuvem branca por onde caminhava. Trazia nas mãos um arco e uma flor.

No começo, não entendi de onde ele vinha, qual o seu propósito ou o seu destino. Aos poucos, fui me dando conta de que se tratava de mim mesmo, em busca de respostas para meus conflitos existenciais.

A verdade é que uma dor de cabeça crônica não me deixa visualizar a saída. O índio veio para me salvar — um ritual tribal, talvez, ou quem sabe uma Coristina... Eu quero, embora sinta que não devesse, acordar e seguir com ele. Será apenas curiosidade?

Aquela flor, o arco, o cocar, a luz... tudo me seduz a ponto de eu esquecer a dor. Agora, somos apenas o índio e eu. Sei que vou acordar e, mais uma vez, agradecer pelo milagre da vida; mas, desta vez, o índio estará ao meu lado: protegendo-me com seu arco e me alegrando com sua flor.


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