O POEMA: MANIAS E CURVAS
O POEMA: MANIAS E CURVAS Não me tragam réguas, nem padrões, Eu não me meço por anos ou gerações. Meu tempo não é espera, é mergulho, Viver bem é o meu único orgulho. Trilhei labirintos de peito aberto, Sem mapa, sem guia, no rumo incerto. Nunca escolhi a próxima curva, Se o sol brilhava ou se a vista era turva. Gosto da solitude, desse meu chão, Para não dar ao outro o risco da mão. Se houver perigo, que seja só meu, No altar do destino, o aprendizado sou eu. Resolvido no plano, sem nada saber, Deixo as regras do mundo para quem quer prever. Mando nas manias que o peito sustenta, Pois é só quem se joga que a vida experimenta. Por Comendador Cesar A Salgueiro (Baseado na reflexão original de 2026).