O Alívio de um Anjo de Mãos Fortes
O Alívio de um Anjo de Mãos Fortes Por: Comendador Cesar A Salgueiro Passei os últimos meses em um embate silencioso com a minha própria cabeça. Não era apenas uma dor; era uma pressão, algo invisível e aterrorizante que parecia esmagar meus pensamentos. O medo é um mestre cruel: ele me fez adiar check-ups, me fez temer que minhas piores desconfianças fossem reais e transformou meus dias em um labirinto de incertezas. Mas a vida tem seus mecanismos de luz. Primeiro, veio a intuição de que aquela artrose — classificada como "infantil" por um médico anterior — poderia ser a verdadeira vilã por trás do meu mal-estar. Depois, uma conversa casual na academia plantou a semente: e se o remédio não fosse um comprimido, mas o toque? O destino se encarregou do resto. Na mesa ao lado, na lanchonete onde faço meus desejuns, estava Juan. Um rapaz jovem, massagista de profissão. Confesso que a juventude dele me fez duvidar por um instante, mas algo me impeliu a marcar ...