Pular para o conteúdo principal

Postagens

Destaques

O Nojo Delicioso do Apego

  Crônica…  O Nojo Delicioso do Apego  Por Comendador Cesar A Salgueiro  Eu fico imaginando como deve ser bom ter alguém para quem correr buscando aquele abraço gostoso de sangue, de calor, de cheiro. Eu não tenho e acho que nunca tive. Eu juro que tento lembrar de algo parecido com isso, mas não consigo encontrar essa imagem nas linhas escritas da minha história de vida. Ao mesmo tempo em que imagino a cena, me vem um temor de que esse apego me torne prisioneiro desse sentimento que para mim se apresenta como jugo, canga, sujeição, coação, coerção. Eu não me imagino sob o domínio de seja lá o que for, quem for, só do tempo, da morte, das forças do universo que me esculpiram do jeito que sou. Eu não tenho asas, mas consigo voar, é sério. Eu consigo ser livre até para sofrer, sem as preocupações que os sentimentos impõem à gente. Eu lembro do meu pai com muito carinho; não o conheci o suficiente para julgá-lo, mas foi o suficiente para amá-lo muito. Não tenho mais nad...

Últimas postagens

O que está acontecendo com o meu país ?

O Vento é a Fumaça

Crônica de um Velho de Guerra

Memórias de um Tormento

Duas realidades

Passaportes para a Impunidade Institucionalizada

Crônica - O Encontro

Segurança Pública no Rio de Janeiro

ECA